Acaba não, domingão!

27 27America/Sao_Paulo janeiro 27America/Sao_Paulo 2012

Domingo passado, 22 de janeiro de 2012, estive no Graças a Deus para mais uma sessão de Sunday GaD Rockers. Dessa vez o palco estava a cargo da Gabi Mello, acompanhada por seu trio: Henrique Filizzola (guitarra), Anderson Araujo (baixo) e Vitor Torres (bateria). Antes do show começar eu a vi conversando com um dos garçons e fiquei com a impressão de que o assunto era a vontade dela de deixar acesas as luzes atrás do palco. Não adiantou a minha torcida pensando em possibilidades fotográficas: as tais luzes ficaram apagadas. A boa impressão que eu tinha tido da Gabi ao vê-la cantando num dos vagões do BH Music Station do ano passado foi reafirmada pela primeira música, “Take me out”. Além desse e de outros rocks dos bons, ela mostrou algumas canções de sua autoria. Tânia Azze fez uma participação cantando em duas músicas. Para mim foi uma surpresa, pois até então eu só a tinha visto dançando – trocentas vezes, por sinal – no palco do Paco Pigalle.

Saí do GaD por volta de 10 e meia da noite com vontade de manter a segunda-feira que se avizinhava o mais longe possível. Nem pestanejei: desci para o Vinnil, aonde tinha ido nos dois domingos anteriores para curtir a noite de anos 80. (Dançar ao som dos anos 80 em noite de domingo tem sabor especial para mim.) Quando cheguei o Putz Grilla já tinha tocado, mas deu para ver toda a apresentação do Chevette Hatch. O vocalista do Chevette estava com nova companheira de microfone, já que a titular estava de férias. O seu lugar foi ocupado pela Adriana Moreira, que canta no Dib Six. O engraçado é que na noite anterior eu tinha falado sobre o Dib Six, que há tempos não vejo tocar. Como sempre, o show do Chevette foi uma festa só, fica parecendo que eles estão fazendo aquilo pela primeira vez.

Seguem os links das fotos: da Gabi Mello e do Chevette Hatch. Fiz três vídeos: um, dois da Gabi e um do Chevette.

Suingando na campanha

17 17America/Sao_Paulo janeiro 17America/Sao_Paulo 2012

Este ano a Campanha de Popularização do Teatro e da Dança mudou o esquema do seu bar, o Ponto de Encontro. No ano passado o Mercado das Borboletas era o local onde aconteciam shows de quinta a sábado enquanto a campanha rolava. Eu devo ter ido lá umas 3 noites, e sempre achei que o público estava pequeno. Desta vez a coisa mudou, com o Ponto de Encontro consistindo em algumas noites de festa no Granfino’s.

A primeira delas se deu no último sábado, 13 de janeiro de 2012, e se chamou Suingueira. Quem abriu a noite foi o Léo Richard – que eu tinha visto na programação do ano passado. Ele tocou acompanhado de Marcílio Rosa (guitarra e violão), Eugenio Jorge Mitre (baixo e bandolim), Danilo Temponi (bateria), Luciano Cuica Play (percussão), Fredinho Santos (percussão) e Leonardo Brasilino (trombone). Eu imagino que ele tenha gostado de ver um público maior. E mais uma vez foi bonito ver saindo do palco uma reverência ao Mestre Jonas, que, como diz o Boldrin, partiu (muito) antes do combinado.

Em seguida, a banda Black Sonora se apresentou, tendo tido canjas do próprio Léo Richard e do Flávio Renegado. A participação do Renegado teve um fato curioso para mim. Na sexta-feira eu tinha visto o show dele no SESC Palladium e tinha sentido falta :-) do Cubanito quando ele cantou “Conexão Alto Vera Cruz/Havana”. E essa foi justamente uma das músicas que ele dividiu com a Black Sonora.

As fotos dessa noite gostosa estão aqui: Léo Richard e Black Sonora. Fiz três vídeos: um do Léo Richard, outro do Léo Richard e um da Black Sonora com Flávio Renegado.

Vem chegando o verão

14 14America/Sao_Paulo janeiro 14America/Sao_Paulo 2012

Concidência ou não, o Verão Arte Contemporânea começou justamente na semana em que a cidade começou a ficar com cara de verão, ou seja, livre da chuvarada. No dia 13 de janeiro de 2012, sexta-feira, Flávio Renegado fez show no SESC Palladium na abertura do evento, que teve antes a apresentação da Cia. Fusion de Danças Urbanas.

A banda que o acompanha há tempos estava no palco: Aloízio Horta (baixo), Rodrigo Carioca (bateria), DJ Spider, Robson Batata (percussão) e Egler Bruno (guitarra). Além deles, subiram também os convidados Marcos Suzano (percussão) e Donatinho (teclado). No repertório, músicas de seus álbuns “Minha tribo é o mundo” e “Do Oiapoque a Nova York”. Como é comum em shows dançantes que ocorrem em teatros, aos poucos parte do público foi-se deslocando para os lados a fim de ficar em pé e dançar sem obstruir a visão de quem continuava sentado. Mesmo assim, na última música Renegado brincou com  a platéia dizendo que ela estava muito quieta para uma apresentação de rap. Seu pedido foi atendido: todo mundo ficou de pé.

Depois do show e do coquetel servido para brindar o início do VAC 2012, segui para o Circus Rock Bar. Era noite de roqueiras e imaginei que daria para fazer boas fotos. Infelizmente desisti após travar uma conversa mais ou menos assim com um dos caras da portaria:
Porteiro: Você não tem um documento de identidade com foto mais recente?
Eu: Você está de brincadeira, não é?
Porteiro: Não.
A minha surpresa foi ver uma casa de shows criar caso com um documento que nunca tinha sido recusado por companhias aéreas, por exemplo.

Como desisti de entrar no Circus, resolvi ir ao Studio Bar. Depois de 40 minutos na fila, passei do portão. Ao ver que havia mais umas 15 pessoas na minha frente para pagar a entrada, dei meia-volta e rumei para o Cartola Bar. Lá finalmente consegui tomar uma cerveja em paz, ouvindo bons sambas interpretados por Fernando Bento, Robson Batata (de novo!), Gustavo Monteiro e companhia – com direito a canja do Warley Henrique.

As fotos do show do Renegado estão aqui.

Começando com tuum-tum-tum-tum e terminando com tis-tum-tis-tum-tis-tum

26 26America/Sao_Paulo novembro 26America/Sao_Paulo 2011

Há três anos aconteceu na cidade o Festival Choro Livre. Foram quatro sábados em que a cada dia um mercado da cidade era tomado por cerca de 4 horas de música instrumental da melhor qualidade, em sua maioria choro. Desde então eu fiquei com o hábito de entrar na página do evento para saber da edição seguinte.

No sábado do dia 19 de novembro de 2011, o Mercado Distrital do Cruzeiro novamente foi palco do primeiro dia do festival. Este ano o festival acontecerá em apenas 2 dias, sendo o último em 3 de dezembro. Como da outra vez, dois grupos da cidade formaram a base da roda de choro, ora tocando em conjunto, ora em separado. Após abrir os trabalhos tocando “Doce de Coco” (meu choro favorito) e outras pérolas, Piolho de Cobra e Cortando um Dobrado foram recebendo os convidados: Marcos Frederico, Ausier Vinícius, Thiago Balbino, Valter Silva, Joel Nascimento, Osmar e Osmarzinho (os dois últimos em participação não programada). A coisa estava tão boa que o Valter Silva não se contentou com o tempo de participação previsto: voltou no final para se juntar aos chorões anfitriões. Saí de lá levando a “Coletânea Choro Livre – Vol.1″, CD contendo 10 músicas compostas e executadas por artistas que participaram da edição de 2008. O Trilha MTV registrou o evento, estou curioso para ver o programa.

Se a tarde e o início da noite foram da música brasileira, o fim da noite e o início da madrugada foram da música estrangeira. Fui ao Palácio das Artes conferir uma parte do último dia de shows do Festival Eletronika. Foram quatro shows de até então completos desconhecidos para mim: Kisses, Ladytron, Rich Aucoin e The Hood Internet. O Kisses de cara ganhou a simpatia da platéia ao sugerir que todo mundo abandonasse as poltronas do Grande Teatro e dançasse com ele. No final, pediu que fôssemos dançar no palco. Como pode ser visto nas fotos, não nos fizemos de rogados ;-) Pela reação das pessoas, Ladytron fez a apresentação mais esperada da noite: tinha gente pedindo música e cantando junto. Se Ladytron era o grupo mais aguardado, Rich Auchoin fez o show mais inusitado, no Foyer do Grande Teatro. Começou exibindo no telão frases para preparar o espírito do público para o que estava por vir e também frases que reverenciavam os outros grupos que faziam parte da programação naquela noite. Se o Kisses chamou a platéia para o palco, Rich Aucoin se misturou à platéia. Parecia um animador de festa de aniversário, todas as músicas envolviam algum tipo de interação conosco. (E isso é um elogio!) Inesquecível. Para fechar a noite, o duo de Djs The Hood Internet saiu misturando trocentas coisas: quem estava lá se esbaldou de tanto dançar.

As fotos do Choro Livre estão aqui; os vídeos do Choro Livre, ali e acolá; as fotos do Eletronika, .

(Este post foi finalizado ao som de “Eternal” – Branford Marsalis.)

Dois, três, quatro, cinco, …, trocentos do samba

11 11America/Sao_Paulo novembro 11America/Sao_Paulo 2011

Domingo passado, 6 de novembro de 2011, fui à quadra da Escola de Samba Cidade Jardim para conferir o ensaio do Bloco da Cidade. Nesse dia se apresentaram em sequência o grupo Jardim do Samba (que estava estreando), Dois do Samba (Dudu Nicácio + Rodrigo Braga), Vander Lee e Ala Show Cidade Jardim. Com o Dois do Samba e Vander Lee tocaram, entre outros, Warley Henrique (cavaquinho), Gustavo Monteiro (violão de 7 cordas), Nêgo Véio e Rafael Leite (ambos na percussão).

Foi uma bela maneira de passar o final da tarde e o início da noite daquele dia. Como sempre, Vander Lee causou alvoroço. E no final a Ala Show Cidade Jardim sacudiu o barracão.

As fotos estão aqui.

Com a ajuda de São Pedro

5 05America/Sao_Paulo novembro 05America/Sao_Paulo 2011

No mês passado eu tinha pensado em conferir um dos dias do projeto Arte no Baile. Mas como o tempo estava para chuva os shows foram cancelados. Eles foram remarcados para o dia 2 de novembro de 2011, quarta-feira. E dessa vez São Pedro colaborou: não caiu um pingo d’água.

O primeiro show foi da Irene Bertachini, intitulado “O Mergulho”. Junto com ela se apresentaram três dos seus colegas do Urucum na Cara – Leandro César, Edson Fernando e Gustavo Amaral (participação em uma música) – e Rodrigo Lana. Como o show estava marcado para as 16:00 e o Horário de Verão não brinca em serviço, o palco estava recheado de sombrinhas e guarda-chuvas. Por um lado, as obstruções e as sombras fortes prejudicaram as fotos; por outro lado, oportunidades de composição apareceram. É como costumo dizer: se a vida lhe der limões, faça uma caipirinha :-) O segundo e último show foi da banda A Fase Rosa, que lançava seu EP “O Arquiteto e o Carnaval”, comprado por mim no final do show por R$5. Aqui também houve um convidado: Emílio Sant’Anna, da banda Djambê.

Quem esteve na Casa do Baile naquele tarde de feriado ouviu boa música de lavra própria. Eu desconhecia o trabalho apresentado nos dois shows, mas gostei muito do que vi: algumas músicas de impacto imediato, outras necessitando de maior tempo para assimilação, mas, de uma maneira geral, bem elaboradas. O som de “O Mergulho” e “O Arquiteto e o Carnaval” são distintos, mas têm em comum a impressão de serem criados coletivamente. Coisa, por sinal, que muito se nota no cenário da música feita na cidade.

As fotos da Irene estão aqui e d’A Fase, ali.

Hoje eu quero sair, hoje eu não vou ficar quieto

2 02America/Sao_Paulo novembro 02America/Sao_Paulo 2011

Há algum tempo a banda Singles – cover do Pearl Jam – toca todo domingo no Circus Rock Bar. Assim como faz o Hocus Pocus no Jack Rock Bar, sempre há uma segunda banda que toca após a titular da noite. Quanto estive no bar no último domingo de setembro quem sucedeu a Singles foi a Malt 90. Por isso eu estava com “Like a Stone” do Audioslave na cabeça quando me dirigi para o Circus no último domingo, 30 de outubro de 2011. O curioso é que quando entrei o telão estava justamente passando um vídeo da Malt 90 tocando “Like a Stone”. Doooooido.

Ao contrário da outra ocasião, dessa feita eu estava devidamente equipado. Desde a primeira vez que estive no Circus fiquei com vontade de fotografar alguma banda tocando lá. E depois que fiquei conhecendo a Singles em setembro ela me pareceu uma boa pedida: eles fazem um som da melhor qualidade, além de tocarem as músicas com uma intensidade tal que até parece que elas foram compostas por eles e não pelo Pearl Jam. Para completar, quem tocou foi a U2 Cover Brasil. E é sempre bom ouvir U2 num final de noite.

Algumas coisas pitorescas aconteceram relacionadas às fotos. Uma moça chegou para mim e pediu para que eu a fotografasse. Mas fez questão de deixar claro que não precisaria ser de imediato, pois ela tinha visto que eu tinha acabado de trocar a lente da câmara. Eu achei tão gentil da parte dela que troquei a lente novamente logo em seguida. As últimas fotos da noite foram tiradas de uma moça que cantava entusiasmadíssima uma música do System of a Down que estava no telão. Eu já estava encostado no palco com uma Dos Equis na mão, mas fui “obrigado” a montar a câmara para registrar. O engraçado é que ela se comportou como se os flashes que pipocaram nem existissem.

Duas coisas que contam pontos a favor da casa aconteceram.  A primeira foi ver o banheiro sendo limpo depois de meia-noite – notável considerando que, como a balada começa cedo, boa parte das pessoas já tinha ido embora. E a segunda diz respeito a uma cerveja congelada. Eu já estava afastado do balcão quando a cerveja que eu tinha pegado começou a jorrar da garrafa. Como não tinha uma lixeira por perto, procurei uma mesa para evitar molhar o chão. Ao pedir socorro com o olhar para um garçom, ele mais que depressa trouxe papéis para enxugar a mesa. Quando agradeci fazendo menção de me afastar, ele virou para mim e disse para eu esperar que ele iria repor a cerveja. E assim fez.

As fotos do show do Singles estão aqui  e as do U2 Cover Brasil, ali.

(Enquanto o post era preparado, no tocador de CDs rolava “Sobre Palavras” – Verônica Ferriani e Chico Saraiva.)

Mudando os planos

19 19America/Sao_Paulo outubro 19America/Sao_Paulo 2011

Domingo passado, 16 de outubro de 2011, eu tinha pensado em passar o final da tarde e o início da noite na Pampulha. O projeto Arte no Baile teria como atrações A Fase Rosa e Irene Bertachini; eu estava doidinho para fazer umas fotos deles tocando na Casa do Baile. Todavia, como a previsão de tempo apontava chuva, os shows foram cancelados. O pior de tudo é que não choveu nem algumas horas antes e nem no horário previsto das apresentações, pelo menos não nas regiões da cidade por onde andei.

Com isso, segui uma sugestão e finalmente fui conhecer o Quintal do Divina Luz. Nesse dia o grupo Roda Viva recebeu Dunga de Vila Isabel. O clima de roda de samba tomou conta do lugar, tanto antes quanto durante a participação do convidado. E fiquei com a impressão de que lá é sempre assim, especial. Como comentei com o Dé Lucas, pretendo voltar.

As fotos estão aqui; os vídeos, ali.

Fim de maratona

15 15America/Sao_Paulo outubro 15America/Sao_Paulo 2011

Quarta-feira, 12 de outubro de 2011, foi o quinto dia de uma maratona. Começando no sábado, toda noite eu tinha ido a pelo menos um show: Projeto Saravá no Cartola Bar e depois Samba da Madrugada no Recanto da Seresta, Tears for Fears no Chevrolet Hall no domingo, Rafael Pimenta + Kristoff Silva no Teatro Espanca! na segunda-feira, Deep Purple no Chevrolet Hall na terça-feira.

Escolhi a Utópica Marcenaria, onde no final da tarde aconteceria a apresentação da banda Odilara. Sempre tive vontade de fotografar algum show nessa casa durante o dia, aproveitando a luz natural. Infelizmente o Odilara começou a tocar quando já tinha anoitecido. Mesmo assim, foi prazeroso registrá-los em ação. Acho a trajetória da banda muito interessante: nasceu como projeto B do Alarido, tocando apenas repertório alheio, e depois substituiu o grupo original, mas sem matar a característica de criação dos seus componentes – não é à toa que o Odilara tem seu próprio CD.

As fotos estão aqui.

Uma voz e um instrumento

15 15America/Sao_Paulo outubro 15America/Sao_Paulo 2011

Há alguns anos rolou na cidade um evento chamado Reciclo Geral. Foi uma mostra de novos compositores e até hoje me pergunto porque eu não fui a nenhuma das noites de shows no extinto Reciclo, hoje Espaço Bar Cultural. O pesar é maior ainda pelo fato de eu ser feliz proprietário de CDs de vários desses compositores.

Na última segunda-feira, 10 de outubro de 2011, estive no Teatro Espanca! para acompanhar a noite inaugural da Primeira Mostra de Cantautores, que termina amanhã, 16/10/2011. O mote do evento era ter dois compositores por noite cantando e tocando suas criações sozinhos no palco; o máximo esperado era a participação de um no show do outro. Apresentaram-se Rafael Pimenta – que eu desconhecia – e Kristoff Silva, esse último também participante do citado Reciclo Geral. Além de cantar, eles não só contaram casos relacionados às canções como também falaram sobre seus respectivos processos de composição. Em comum os dois mostraram o tradicional – no bom sentido! – gosto mineiro pelas harmonias caprichadas.

O show do Rafael foi particularmente engraçado. Primeiro por ele brincar ao dizer que tinha gente que merecia estar ali mais do que ele. E por admitir que a mostra funcionou como um incentivo para ele terminar canções e para se ver como intérprete delas. E por alegar que o fato de tocar uma canção de outra pessoa não ia totalmente contra o espírito do evento porque o autor da obra era seu pai.

O Kristoff, cujo trabalho eu já admirava desde o excepcional disco “A Outra Cidade”, agradeceu o silêncio que a platéia lhe oferecia para apresentar seu  trabalho, lembrando que o mesmo não tinha acontecido no Reciclo Geral. O silêncio só foi quebrado quando a platéia cantou junto com ele duas canções. E rolou naturalmente, sem necessidade de expressões de ordem como “Agora vocês!”. Só achei uma pena eu não conhecer as músicas, senão teria cantado também!

Para coroar: o local estava lotado.

As fotos estão aqui; os vídeos, ali.

(Enquanto o post era feito, no tocador de CD rolaram “Danaide” – Maísa Moura e Makely Ka – e “Sociedade do Crivo Mútuo” – Transmissor.)


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